quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Transtorno Obsessivo-Compulsivo - TOC

As características essenciais do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) são obsessões ou compulsões recorrentes e suficientemente graves para consumirem tempo ou causar sofrimento acentuado à pessoa. Leigamente diz-se que a pessoa tem várias "manias" e que é esquisito ou estranho mas, normalmente, o portador de TOC sabe que suas "manias", obsessões ou compulsões são excessivas ou irracionais. 


Obsessões são pensamentos ou idéias (p. ex. dúvidas), impulsos, imagens, cenas, que invadem a consciência de forma repetitiva, persistente e estereotipada seguidos ou não de rituais destinados a neutralizá-los. São experimentados como intrusivos, inapropriados ou estranhos pelo paciente em algum momento, ao longo do transtorno, causando ansiedade ou desconforto acentuados. A pessoa tenta resistir a eles, ignorá-los ou suprimi-los com ações ou com outros pensamentos, reconhecendo-os, no entanto, como produtos de sua mente e não como originados de fora. Não são simplesmente medos exagerados relacionados com problemas reais.


Compulsões são comportamentos repetitivos (p.ex.lavar as mãos, fazer verificações), ou atos mentais (rezar,contar, repetir palavras ou frases) que a pessoa é levada a executar em resposta a uma obsessão ou em virtude de regras que devem ser seguidas rigidamente. Os comportamentos ou atos mentais são destinados a prevenir ou reduzir o desconforto gerado pela obsessão, prevenir algum evento ou situação temidos e em geral não possuem uma conexão realística ou direta com o que pretendem evitar, ou são claramente excessivos .


Uma variedade de anormalidades biológicas têm sido associadas ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo na tentativa de estudar-se as causas desse transtorno. Nascimentos traumáticos sugerindo papel importante de um sofrimento cerebral precoce comumente fazem parte da história de tais pacientes. Há também, por outro lado, uma concordância significativa entre a ocorrência de sintomas obsessivo-compulsivos e a epilepsia do lobo temporal, bem como o aumento de atividade metabólica no giro orbital esquerdo, constatado pela tomografia por emissão de pósitrons nos pacientes diagnosticados como Obsessivo-Compulsivo.


Recentemente as pesquisas genéticas têm apontado também para uma alteração cromossômica envolvida nessa questão.A observação de que em algumas alterações neurológicas, como por exemplo à epilepsia do lobo temporal, coréia de Sydenhan, Parkinson pós-encefalites, Síndrome de Giles de la Tourette, com muita freqüência ocorrem obsessões e compulsões, bem como os avanços na neurofarmacologia, através da boa resposta do TOC a antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina, tem levado a se pesquisar cada vez mais as bases biológicas deste transtorno.


O Tratamento passa por uma Psicoterapia, bem administrada para os pacientes em questão, que poderam amenizar ou levar a sua cura dos efeitos produzidos.


Outrossim, não devemos deixar de mencionar a aplicação de medicamentos, orientados por um Médico Psiquiatra, que possuam inibidores de reabsorção de serotonina, para poder auxiliar o paciente no seu reequilibrio.


Faz-se necessário também à adoção de mudança de atitude do paciente frente à vida, do seu estado mental de sentimentos rancorosos e agressividade com as pessoas e seus familiares, o que mormente ocasiona a transferência para eles o perigo de contamina-los, fazendo da Psicanálise uma porta aberta para o equilíbrio do SELF, mas proporcionando a volta do seu bem-estar.


Quadro do TOC

O TOC é uma doença crônica e de evolução muito variável. Ela tanto pode surgir de forma abrupta, após algum evento desencadeante, ou surge insidiosamente sem que esteja associada à algum evento estressor importante. A evolução pode ser com piora, estabilização dos sintomas ou apresentação sob forma de crises episódicas. As características fundamentais dos pacientes portadores do TOC, como dissemos, são as Compulsões e Obsessões.


Entretanto esses sintomas costumam estar presentes em vários outros quadros psiquiátricos, notadamente nos quadros afetivos depressivos e ansiosos. Algumas características podem ser apontadas como sugestivas desses sintomas serem, de fato, de natureza primária, ou seja, de refletirem realmente um Transtorno Obsessivo-Compulsivo.
A chamada dúvida patológica é um sintoma marcante da obsessão. Normalmente o paciente é extremamente inseguro em relação à seu arbítrio, tortura-se diante da possibilidade de fazer ou não fazer, se está certo ou errado. Torna-se, assim, extremamente indeciso e incapaz para decidir-se.


O paciente com TOC, por exemplo, costuma ter também uma preocupação exagerada com eventos pouco prováveis de causar-lhe algum dano, tais como a contaminação, roubo, perdas, etc., preocupações estas que acabam obrigando-o a lavagens, recontagens, rechecagens, etc.


Também o constante sentimento de que algo está ainda faltando, incompleto ou imperfeito acaba fazendo com que esse paciente tenha extrema dificuldade prática para concluir tarefas. Vem dessa incerteza patológica a necessidade de repetição, de lavar novamente, de contar de novo. Acredita sempre que o gás não está bem fechado, que as mão não estão tão limpas, etc.


Portanto, a doença é crônica e seu prognóstico não é bom. Há trabalhos atestando que 20 a 40% dos pacientes não obtém melhora apesar do tratamento médico, 40 a 50% tem melhora moderada e apenas 20 a 30% melhoram significativamente. O bom ajustamento social e profissional ajuda a melhorar o prognóstico. Há casos onde a hospitalização é necessária, principalmente quando o paciente submete-se totalmente às compulsões ao invés de resistir à elas.


Acompanhando a manifestação central ou a idéia obsessiva desse transtorno, deve haver sempre um sentimento de medo e ou ansiedade. Tal sentimento desagradável freqüentemente leva a pessoa a tomar medidas contra a idéia ou impulso inicial, gerando assim o ato compulsivo ou compulsão. No distúrbio da Personalidade do mesmo nome isso não acontece e a pessoa é concordante com sua maneira metódica e organizada de ser. Observamos ainda, no Transtorno Obsessivo-Compulsivo, o reconhecimento por parte do paciente, do absurdo e da irracionalidade de suas idéias e de seus atos compulsivos bem como da impossibilidade de combatê-los. Estes fatos, por si só, já são suficientes para proporcionar grande ansiedade.


Kaplan delimita quatro padrões sintomáticos principais no Transtorno Obsessivo-Compulsivo pela ordem de freqüência e que, de fato, constatamos na prática clínica quotidiana:


1- Obsessão de contaminação, seguida de banhos ou da higiene das mãos. O objeto temido é difícil de evitar, como o pensamento sobre urina, fezes, contaminação microbiana, feridas, doenças, sujeira em geral e a compulsão envolve banhos e limpeza. Tais pacientes podem autoproduzir escoriações pela forma exagerada com que se lavam e escravizam-se pelo ritual absolutamente rígido do ato de limpeza. Este é o padrão sintomático mais comum.


2- A obsessão da dúvida seguida da compulsão para verificação é o segundo tipo mais encontradiço. A obsessão de ter negligenciado a prevenção do perigo, como por exemplo, ter deixado o gás aberto, o ferro de passar ligado, a porta da frente destrancada, a torneira aberta, as gavetas e portas semi-abertas, etc., determina complicados mecanismos de verificação e reverificação obrigando o paciente a voltar várias vezes ao mesmo local. Várias são as situações onde o indivíduo obsessivo é incomodado por sentimentos de culpa por ter negligenciado alguma coisa, daí a falsa impressão do perfeccionismo e meticulosidade.


3- Em terceiro lugar vem os pensamentos obsessivos meramente invasivos de temática extremamente variável; pensamentos libidinosos e obscenos dirigidos à objetos de veneração e respeito (santos, mãe, crianças, filhos), agressões que o indivíduo considera condenável. Por ter consciência destes pérfidos pensamentos habitando o seu psiquismo a ansiedade experimentada chega a ser insuportável.


4- A lentidão obsessiva ou pensamento persistente de criteriosa meticulosidade na execução das atividades corriqueiras transformando cada atividade quotidiana numa verdadeira liturgia de perfeição e ordem. As coisas têm que ser feitas assim ou assado e, na dúvida de terem saído imperfeitas são meticulosamente repetidas. As tarefas do dia-a-dia tornam-se demasiadamente morosas e de realização extremamente complexa e cansativa.


Na realidade paira uma dúvida na psicopatologia; seria realmente um caso de comorbidade se estivermos diante de um paciente com depressão mais sintomas obsessivo-compulsivos, ou estes seriam uma sintomatologia atípica da própria depressão?

De qualquer forma é extremamente comum a associação de TOC com transtornos depressivos e ansiosos. Também pode ocorrer essa concordância clínica com a esquizofrenia em aproximadamente 10% dos casos, com o estresse pós-traumático, com a dismorfobia, com transtornos da alimentação anorexia e bulimia), com a hipocondria, e outros.


A depressão é um achado muito significativo nos obsessivos e esta ocorrência, juntamente com a melhora do quadro através dos antidepressivos sugerem, no mínimo, alguma semelhança bioquímica entre estes distúrbios. Entretanto, até o momento nenhuma das teorias etiológicas pode ser definitivamente confirmada como verdadeira.


Temos ainda que diferenciar o TOC franco com o Transtorno Obsessivo da Personalidade visto como uma maneira metódica, insegura e ritualística de se relacionar com a realidade. Como distúrbio da personalidade, o tipo Obsessivo-Compulsivo (ou Anancástico) não caracteriza ainda um estado mórbido, ou seja, não proporciona ainda sofrimento ou comprometimento significativo na vida de relação ou na capacidade ocupacional. No Transtorno Obsessivo-Compulsivo franco já deve haver alguma inibição da conduta social, conforme apregoa a definição das neuroses.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Gordura Hidrogenada - (Gordura Trans)


Desconfie de alimentos sequinhos, aqueles que são fritos, mas não ficam oleosos. A receita desse “Milagre”chama-se GORDURA HIDROGENADA e, ao contrário do que pensa a maioria, faz muito mal á saúde. 

Estudos recentes mostram que esse tipo de gordura é pior que a saturada – de origem animal– do ponto de vista cardiovascular. A Causa – ela “plastifica”os vasos, levando a INFARTOS e DERRAMES. Quem garante são os endocrinologistas americanos que pesquisam o assunto á anos e explicam o mal que faz essa gordura, também chamada de “TRANS”. O problema segundo eles é que os alimentos hidrogenados não se resumem á frituras. Os Biscoitos, Sorvetes, Chocolates, Macarrão de preparo rápido, chips e temperos prontos, só para citar alguns exemplos, fazem parte da grande lista. E o preocupante, de acordo com eles, é justamente a variedade de alimentos que levam esse tipo de gordura, porque eles acabam sendo ingeridos por crianças, jovens, adultos e idosos. As pessoas estão sendo enganadas. Acreditam que estão comendo algo que faz bem, ou não faz tanto mal para a saúde. E, na verdade, é justamente o oposto, dizem. A Gordura Hidrogenada é uma gordura vegetal que foi criada pela indústria para ser uma alternativa á gordura saturada, a do Bacon, da Lingüiça, da picanha, Etc. Mas como não existe gordura no mundo vegetal, somente óleos, foi criado, então, um processo de transformação desses óleos vegetais em gordura sólida. Aí começa o problema, os óleos são colocados em uma câmara com gás hidrogênio – daí o nome “HIDROGENADA”- com alta pressão e alta temperatura e o resultado não seria bem visto, e muito menos comido por ninguém. Os óleos se transformam em uma PASTA PRETA, com mau cheiro, que precisa ser alvejada para ficar sem cor e desodorizada para ficar sem cheiro. Ela deixa tudo crocante porque solidifica nos alimentos após a fritura, formando uma casquinha. Isso acontece também nos vasos sangüíneos que ficam impedidos de se dilatar, esclarece os endocrinologistas. Por isso, de acordo com os estudos, esta se tornando comum esportistas jovens sofrerem parada cardíaca durante a prática de qualquer esporte. Durante a atividade física, o fluxo sangüíneo aumenta, mas o vaso não dilata para a passagem do sangue, “É quando ocorre o infarto”. Alguns alimentos que contém gordura hidrogenada – Biscoitos - Praticamente todos, principalmente os recheados e os wafers; Chips – Batata frita, tanto as de pacote quanto ás de fast-foods; Tortas e Bolos – Prontos e Semi-prontos (Ficam bem fofos); Paes – Principalmente os de massa doce; Sorvetes –A grande maioria, até mesmo os lights.O sorvete hidrogenado é espumoso; Chocolates – Cuidado com os diets – são os piores; Leites – Os achocolatados prontos; Margarinas – Quanto mais dura pior; Fast Foods – Usam essa gordura para todas as frituras porque ficam crocantes; Requeijão - Os que são mais cremosos; Pipocas – As de microondas Temperos Prontos – Em tabletes ou em Pó 26.07.2004 – Assunto é discutido no Primeiro Mundo As conseqüências do consumo desenfreado de Gordura Hidrogenada são pouco divulgadas no Brasil. O mesmo, porém, não tem ocorrido nos países desenvolvidos; Em 1994, epidemiologistas da Universidade de Harvard atribuíram ao consumo da Gordura Hidrogenada até 100 mil mortes prematuras por ano nos Estados Unidos; Desde essa época, eles pediram ao Food and Drugs Administration (FDA) – órgão regulador de alimentos e medicamentos nos EUA – alterações nos rótulos nutricionais, que informassem aos consumidores quanto de Gordura Trans continha cada alimento, nada foi feito; Cientistas relacionaram o consumo dessa gordura vegetal a doenças metabólicas – AUMENTO DA CINTURA ABDOMINAL, DIABETES TIPO 2, ALTERACOES DOS LIPÍDEOS SANGUINEOS, HIPERTENSAO ARTERIAL E ESTEATOSE HEPÁTICA (FIGADO GORDUROSO); ORIGEM – A descrição dessa síndrome inicialmente chamada de Quarteto da Morte, em 1984 – coincide com o ínicio do uso maciço de Hidrogenados pela indústria Alimentícia Americana; O Epidemiologista chefe da Escola de Medicina de Harvard, Walter Willet, diz no site www. Transfreeamerica.org que a introdução dos Hidrogenados na alimentação nos EUA resultou numa epidemia de obesidade e demais doenças. Em 2001 , foi divulgado um estudo feito com 84 mil enfermeiras, durante 14 anos no qual ficou confirmado que a principal gordura relacionada ao DIABETES e ao AUMENTO do COLESTEROL e TRIGLICERÍDEOS era a HIDROGENADA; No Ano seguinte, cientistas americanos pediram um novo estudo, queriam que ficasse claro o quanto de GORDURA HIODROGENADA uma pessoa poderia consumir por dia, sem prejudicar sua saúde. O Resultado foi surpreendente “ZERO”. Há relatos também da Associação de Hidrogenados com vários tipos de câncer.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

DEPRESSÃO – A DOENÇA DOS TEMPOS MODERNOS


BIOTIPOLOGIA
Os principais tipos de depressão são o distúrbio depressivo e a depressão bipolar (ou síndrome maníaco-depressiva). Nessa última, alternam-se períodos depressivos e estados de euforia.


Sintomas Característicos da Depressão


Depressão Típica - Tristeza, Desanimo, Apatia, Desinteresse, Culpa, Irritabilidade, Diminuição de Memória,Tendência a pensamentos negativos, Insegurança, Auto-estima diminuída, Alteração da qualidade do Sono, Indisposição Geral, Alteração de Apetite, Impotência Sexual ou Frigidez, Alterações do sistema imunológico e dos demais sistemas orgânicos, gerando sintomas físicos das mais diversas qualidades.


Depressão Atípica - Ansiedade, Fobia, Pânico, Palpitação, Sudorese, Formigamentos, Tontura, Hipertensão, Taquicardia.


Existem graus de depressão, da mais profunda quando a pessoa necessita da ajuda dos outros para as mínimas tarefas rotineiras, até aqueles em que o Indivíduo segue um ritmo quase normal de sua vida mantendo-se em tratamento. (Fraqueza Moral).


No Cerne do aspecto depressivo ou comportamento afetivo, existe a insatisfação do paciente em relação a si mesmo, sem que haja uma solução imediata.


A Morte ou perda também colabora de forma decisiva no alto número de casos depressivos colocando muitos no abandono de si mesmos, esse sentimento de perda é inevitável por ferir a alma ante a ocorrência da morte, ocasionando impotência ou tristeza profunda, pela ausência física do ser amado, ou pela consciência de culpa, quando não houve a possibilidade do perdão, da inimizade que já vinha se arrastando por longo período de tempo ou por atos de arrependimento que não puderam ser debelados deixando remorsos ou recalques.


Outras perdas significativas como do trabalho profissional, que coloca o individuo na incerteza de arcar com seus compromissos com a família, para si próprio, para viver com segurança na sociedade, ou pela perda de algum afeto com o fim do relacionamento, abrindo espaço para a solidão e a instalação do conflito de inferioridade, ou ainda a perda de objeto de valor afetivo ou bem material que produz prejuízo, Perdas de forma invariável produz impacto aflitivo, perturbadores.


O tempo para isso não pode exceder 7 semanas, o que constitui um processo emocional saudável, mas quando se prolonga, com seu agravamento torna-se patologia que requer tratamento.


Procedimentos para as conseqüências enfermicas da perda, postura correta e prevenção.


Nunca devemos manifestar ou forçar uma situação na qual colocamos a pessoa que necessita de ajuda com sentimento de culpa, onde colocamos a ela porque ela não sai dessa situação, buscar se divertir, ir ao cinema, jantar fora, trabalhar, sendo que ela se pergunta como fazer isso se não consigo, não tenho animo... É de grande importância o paciente que ele não é doente, mas que se encontra em fase de doença e necessita de seu esforço pessoal para sair deste estado mesmo que utilizando medicação.


Terapia imediata, transmitindo segurança e bem estar, é ação que colabora com o paciente identificando suas emoções e sentimentos que deve exteriorizar com freqüência e naturalidade em relação a todos aqueles que constituem seus amigos ou fazem parte de sua afetividade.


Existem outros choques externos que causam o aparecimento dos transtornos de afetividade como os acidentes, agressões perversas, traumatismos cranianos que atuando nos neurônios localizados no tronco cerebral próximo ao campo onde o cérebro se junta á medula espinhal.


No período de gestação também a criança sofre com a amargura da mãe que em muitos casos não desejava o filho, do pai violento, dos familiares irresponsáveis, das desavenças domesticas, da própria fragilidade do processo de gestação, produz marcas profundas que irão se manifestar a posteriori como traumas, conflitos, Fobias, medos, transtornos de comportamento, dentre outros.


Não podemos deixar de mencionar os aspectos de hereditariedade que também é uma possibilidade no rol de aspectos desencadeadores do processo depressivo.


Catarse bem realizada eliminará da consciência culpas e abrirá caminho para instalação do otimismo, da auto-estima, emergindo os valores reais do ser, valorizando a si mesmo, na conquista da sua saúde emocional, grande parte dos indivíduos trazem consigo reminiscências do passado que necessitam ser trabalhadas como melancolia, insegurança, fobias, medos e receios infundados que ocasionam o desequilíbrio emocional, ajudando a combate-las promove-se novas conquistas, quando vencidas, o paciente descobre todo o seu potencial.


DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO


O diagnóstico para confirmar a Depressão é eminentemente clínico ou seja, somente com a recorrência do paciente a um especialista para argumentar ás queixas e classifica-las. Tendo a confirmação da doença começa o tratamento com sessões de terapia e medicamentos. Estes agem, principalmente nas sinapses existentes no sistema nervoso central. No entanto, como dizem os especialistas seus efeitos podem ocorrer em vários órgãos do Corpo Humano.


USO DE ANTIDEPRESSIVO


Os medicamentos são fortes para o organismo, e os possíveis efeitos colaterais deles estão entre, Perda de Apetite, Alteração da Libido, Problemas Intestinais, Dificuldade de ejaculação, sonolência, Irritação Gástrica e Tremores.Alguns Antidepressivos podem causar `Secura`na boca, dor de cabeça, sono ou insônia.


TEMPO PARA TRATAMENTO


Os especialistas dizem que não há um tempo estipulado para o tratamento da depressão. Cada caso deve ser analisado individualmente. Mas ele tem no mínimo duração de 12 meses, um período adequado se o tratamento for seguido á risca. Mesmo com o tratamento realizado pode haver recaídas. E é por existir estas recaídas que se deve ter um acompanhamento terapêutico e psiquiátrico também de pois do período de crise mais longo. Os medicamentos não viciam pois pertencem a uma classe diferente dos calmantes.