segunda-feira, 22 de julho de 2013

Psicanálise & Neurociências


INFORMAÇÃO SOBRE A GLÂNDULA PINEAL E SUA ESTRUTURA NAS DOENÇAS E SEUS ASPECTOS RELACIONADOS COM A PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL OU MEDIUNIDADE.


Por intermédio deste vídeo do Dr. Prof. Sergio Felipe de Oliveira da Universidade de São Paulo, gostaria aqui de expor sobre essa glândula tão importante para nossa psicosfera interior e sua função como ligação com o mundo extra-corporeo.

Ou seja estamos aqui começando a realizar uma abordagem no sentido de descobrir esses mecânismos em que essa pequena glândula mas, que em sua função anatômica é de imensa singularidade nos processos mediúnicos.

No CID já se busca colocar a espiritualidade com um foco importante para tratamento de muitos distúrbios Físicos, Mentais, Emocionais, sendo que os aspectos espirituais são importantíssimos para entendermos melhor muitas das patologias que atualmente não se encontram respostas para seu tratamento.

Partindo do pressuposto de que o ser humano é uma totalidade e também como poderam verificar pela palestra do Dr. Sérgio, a grande contribuição deste pesquisador e de tantos outros pelo mundo que procuram provar a preexistência da alma, e a continuidade da vida, poderemos com maior certeza entender muitas das patologias que atualmente não encontramos respostas ou mesmo não conseguimos entender como debela-las por completo.

Assim quero deixar uma pequena contribuição na discusão de que nós não somos somente matéria condensada mas, que também somos energia, e que contribuímos de maneira inequívoca para a construção de uma nova maneira de enxergar a vida.

Segue abaixo o link da Palestra do Dr. Prof. Sérgio sobre a temática acima.

http://youtu.be/9hwsfO9lgH4


terça-feira, 7 de maio de 2013

Terapia de Vidas Passadas


Diferenças entre Terapia de Vida Passada e Espiritismo

“Quando uma porta se fecha, outra se abre.
Mas muitas vezes nós ficamos olhando tanto
tempo, tristes, para a porta fechada que
nem notamos que se abriu outra para nós”.
Alexander Graham Bell


Pelo fato da reencarnação ser um dos pressupostos fundamentais da TVP (Terapia de Vida Passada), muitas pessoas me perguntam se a TVP é uma terapia espírita. E por conta de muitos pacientes terem obtidos resultados positivos através dessa terapia, esses fatores têm suscitado dúvidas e confusões resultantes ainda da desinformação de muitos sobre a diferença entre a Terapia de Vida Passada e Espiritismo. Devo esclarecer que a TVP não está vinculada a nenhuma religião.

Embora ela confirme a teoria da reencarnação, não é uma terapia espírita e sim um método psicoterápico. Aliás, a aceitação da reencarnação não é um privilégio exclusivo do espiritismo. Ela é aceita por grande parte da população do oriente e por vários filosofias praticadas no ocidente. Platão, Sócrates, Pitágoras, todos falavam e acreditavam na reencarnação.
Muitos me perguntam também se na TVP a regressão é feita através de um médium que conta à pessoa sua vida passada. Isso não é terapia de vida passada e sim uma captação em que o médium ou o sensitivo fazem a leitura do inconsciente da pessoa revelando suas vidas passadas bem como a origem de seus problemas.

Na TVP, o paciente é trabalhado por um psicoterapeuta, revivenciando o trauma que originou seu problema com liberação de grande conteúdo emocional. É essa revivência traumática que confere o efeito terapêutico. Portanto o objetivo da TVP é fazer o paciente identificar a causa primária de seu problema e revivenciar a experiência traumática para que este se liberte definitivamente das “amarras” energéticas (bloqueios emocionais) que o prendem ao seu passado e o impedem de ter uma melhor qualidade de vida.

Portanto, através da regressão, o terapeuta estimula o paciente a recordar espontaneamente a causa verdadeira de seu problema que pode estar nesta vida, isto é, na sua infância, no momento de seu nascimento, no útero materno ou ainda mais atrás, em vidas passadas. Neste sentido, o objetivo da TVP é exclusivamente terapêutico. Desta forma, a TVP é uma terapia e o espiritismo é uma filosofia, religião e ciência. Como filosofia, analisa as relações que se podem estabelecer com os espíritos (desencarnados) e as conseqüências m
orais delas decorrentes; como religião (não é uma religião mística, impregnada pela idolatria e pelo fanatismo), desenvolve no ser humano o sentimento divino que o liga ao Criador. Conhece-se o verdadeiro espírita pelo seu aperfeiçoamento moral. Como ciência, busca o conhecimento da verdade pela evidência dos fatos. A doutrina espirita foi codificada por Allan Kardec, em 1857, na França. Ele codificou o espiritismo assessorado pelos espíritos evoluídos.

Quero esclarecer também que a TVP como método psicoterápico trabalha com pacientes portadores de distúrbios psíquicos, psicossomáticos, orgânicos e de relacionamento interpessoal, enquanto o espiritismo trabalha com todo o indivíduo, doente ou não, que esteja interessado nesta área do conhecimento e desenvolve trabalhos especiais para portadores de obsessão Espirítica. A TVP é feita em consultório profissional obedecendo às normas de sigilo e respeito à ética profissional, enquanto no espiritismo as atividades espíritas são exercidas em Centros Espíritas, assim como fora deles, isto é, na família, no trabalho e na coletividade

segunda-feira, 18 de março de 2013

Tipos de Psicoterapias



·      Psicanálise - É a origem de todas as outras escolas. Criada no final do século passado pelo austríaco Sigmund Freud, tem como objetivo alcançar o inconsciente, por meio de técnicas específicas ou pela interpretação de sonhos, para desvendar mistérios ocultos. Freud encontrou na sexualidade a base de todos os problemas emocionais do ser humano.
          Durante a sessão, o psicanalista se mantém neutro, não manifesta                        suas emoções ou opiniões. O paciente expõe seus sentimentos sem nenhuma interferência e aprende a perceber qual é a "Segunda Intenção" em todas as suas atitudes.
O famoso divã de Freud continua a ser utilizado, mas só por opção do paciente, que pode escolher entre deitar-se no divã.
(quando fica mais relaxado e solto) ou permanecer sentado
(com maior controle sobre suas palavras). Cada sessão tem início, meio e fim, ou seja, o assunto abordado não tem continuação no encontro seguinte.        Esse tratamento é um dos mais longos, pois trabalha para que o inconsciente venha á tona, o que pode demorar anos. Os psicanalistas recomendam uma freqüência mínima de três vezes por semana e pode ser individual ou em grupo.

·      Rogeriana - Esteve em alta no Brasil na década de 70. Foi criada pelo norte-americano Carl Rogers e o foco é "centrado na pessoa". Tem como objetivo levar o indivíduo á maturidade. Seu diferencial é a empatia imediata entre o psicoterapeuta e o paciente; o especialista aceita o paciente como ele é, sem críticas, mas também se dá o direito de expressar seus sentimentos durante a sessão, mesmo que entrem em choque com o paciente. Essa técnica permite que a pessoa conheça melhor seus próprios problemas. Pode ser individual ou em grupo, uma a duas vezes por semana.

·      Psicodrama - O Psiquiatra Jacob Levi Moreno trouxe do teatro a base do psicodrama. Durante a sessão, cada paciente relata alguma situação incômoda. Depois, de comum acordo, o grupo escolhe um dos relatos para ser dramatizado. Assim, cada um interpreta um papel. Em seguida, todos buscam saídas para o conflito. A Dramatização auxilia o paciente a "ver" melhor suas questões, compreendendo-as mais claramente. Além disso, a encenação tem outro benefício: baixa a ansiedade. Tudo isso ajuda a encontrar a melhor solução. As sessões são feitas em grupo, uma vez por semana durante duas horas.

·      Lacaniana – Lacan seguiu a linha psicanalística de Freud, acrescentando trabalhos sobre a visão do real e do imaginário, com base na verbalização. O Psicoterapeuta se orienta pelo chamado tempo lógico, ou seja, a sessão se encerra quando o paciente tem um insight (uma repentina compreensão de um determinado fato), para que ele possa, por si só, elaborar idéias, organizar seus pensamentos. São indicadas três sessões semanais e individuais.

·      Gestalt – Desenvolvida pelo alemão Fritz Perls, essa teoria trabalha com o esquema de “Figura e Fundo”, ou seja, analisa o que o paciente expõe em primeiro plano e tenta encontrar o que pode existir por trás disto. Como se houvesse um pano de fundo e uma figura projetada à frente. Durante as sessões são feitas vivências por meio de exercícios corporais, para despertar a memória do paciente. É um tratamento intenso, que leva a pessoa a manifestar todos os seus sentimentos mais profundos. Pode ser individual ou em grupo, com sessões, em média, duas vezes por semana.

·      Fenomenológica – Do alemão Phillip Lersch, essa psicoterapia entende que todos nascem com algum sentimento mais desenvolvido, pode ser amor, ciúme, ódio, criatividade ou outros, e procura despertar o lado positivo da pessoa que, em contrapartida, passa a ter o controle do seu lado negativo. As técnicas utilizadas incluem relaxamento, fitas e livros sobre o pensamento positivo, de auto-estima e auto-ajuda. Os encontros são, em geral, semanais.

·      Cognitiva -  De outro alemão: Aaron Beck. A ênfase maior é dada ao grau de importância que o paciente confere a determinados acontecimentos, levando em conta suas crenças, conceitos e expectativas e substituindo concepções negativas por positivas. As sessões são individuais, uma a duas vezes por semana.

·      Psicodinâmica – A partir da avaliação do paciente feita por meio de testes ou entrevistas, o psicoterapeuta decide qual será a técnica mais apropriada para o tratamento. Pode ser relaxamento, uma abordagem verbal, massagens ou exercícios. Qualquer uma destas técnicas tem a função de diminuir a angústia e ajudar o paciente a expressar suas emoções. O Objetivo é solucionar (ou amenizar) os problemas o mais breve possível. A sessão é individual, uma vez por semana.

·      Comportamental – Aborda o comportamento do indivíduo e trabalha os seus medos isoladamente. O objetivo é levar a pessoa a se livrar de suas fobias por meio de vivências, enfrentando o motivo que a aflige. A idéia é que, ao tomar contato com a causa do problema, a pessoa perceba que o seu sentimento pode ser compreendido e superado, dando um fim às fobias. As sessões são individuais, em geral, duas vezes por semana.

·      Reichiana – De Wilhelm Reich, médico e psicanalista austríaco que iniciou sua carreira pela escola de Freud (chegou até a tratar alguns pacientes enviados por Freud) e depois mudou sua abordagem. Ele criou a bioenergética, uma técnica corporal (com exercícios) aliada à verbalização. O objetivo é que o paciente libere as emoções. Pode ser individual ou em grupo, uma vez por semana.

·      Psicoterapia Breve ou de Emergência – Quando há um problema que deve ser resolvido com urgência, por exemplo, casos de bulimia, fobias ou distúrbios obsessivos compulsivos (TOC), a psicoterapia breve pode ser uma boa saída, pois busca a solução em poucos meses. O especialista direciona o trabalho para o conflito em si e utiliza a técnica que julgar mais eficiente e rápida. O objetivo é mudar o comportamento do paciente em pouco tempo. O número de sessões deve ser combinado em cada caso.

·      Junguiana – O Suíço Carl Gustav Jung se diferencia de Freud por dar menor valor à sexualidade, pois acha que há muito mais a ser estudado. Foi ele quem criou o termo “Inconsciente Coletivo”, cujo conteúdo chamou de arquétipos, afirmando que as idéias sobrevivem às gerações e se manifestam nos sonhos por meio de símbolos. Por exemplo, o círculo é um deles e é interpretado como a nossa energia. No entanto, um arquétipo, depois de descoberto, perde sua força e influência sobre a pessoa. O analista não é tão neutro quanto o psicanalista, ele interfere e faz perguntas para induzir o paciente a refletir sobre a questão abordada. A linha junguiana não é tão longa quanto à de Freud. São recomendadas duas sessões semanais, no mínimo.